Proteção família

Como agir em caso de assalto em casa?

Confira as melhores práticas e saiba o que fazer se for vítima de criminosos dentro de sua residência

Os dados sobre violência e ações criminosas em todas as regiões do País confirmam que as residências costumam ser um alvo fácil para roubos. Em Goiás, por exemplo, a Secretaria de Segurança Pública do Estado revela que esse tipo de ocorrência aumentou 29% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

No Paraná, todos os dias 160 casas são assaltadas, em média, de acordo com relatórios da Secretaria de Segurança Pública. Curitiba apresenta o maior número de casos, registrando cerca de um incidente a cada 62 minutos.

Já o Sistema de Informações Criminais (Infocrim) de São Paulo mostra que, entre 2014 e 2018, o estado registrou aproximadamente 12 mil furtos e roubos a casas e condomínios por ano. Mais da metade dos crimes ocorreram na capital paulista.

Esse cenário demanda cuidados especiais e investimento em sistemas de segurança que ajudem a inibir a ação de criminosos. Mas, além disso, é importante também saber como reagir caso você e sua família se tornem vítimas de um assalto em casa. Para isso, preparamos uma lista com dicas que podem ajudá-lo a se preparar para esse tipo de situação. Confira.

Mantenha a calma

Se sua casa sofrer um assalto, a primeira coisa a fazer é respirar fundo, manter a calma e evitar movimentos bruscos.

Não tente correr ou escapar do local: durante a tentativa de fuga, você pode se atrapalhar e tropeçar. Além disso, é grande a chance de os assaltantes estarem armados e sua atitude pode elevar o risco de um disparo.

Siga as instruções

Enquanto os assaltantes estiverem dentro da residência, é importante que você fique parado, com as mãos sempre visíveis, para que eles saibam que você não está tentando pegar uma arma ou chamar a polícia.

Siga todas as ordens dos bandidos da forma mais tranquila possível. Se precisar se movimentar ou atender crianças, avise antes o que pretende fazer e onde quer ir, para não assustar o assaltante e provocar uma reação mais violenta.

Não se preocupe com bens materiais

Durante um assalto em casa, você pode querer pedir ao assaltante que deixe determinados itens. No entanto, essa não é a hora de fazer negociações.

Em geral, os bandidos estão mais tensos que você e não querem discutir o que podem ou não levar. Entregue tudo o que o assaltante exigir para garantir sua segurança.

Caso perguntem a respeito de um bem em particular, é porque sabem dos hábitos e dos materiais que você costuma ter em casa. Nem pense em ignorar o pedido ou fingir que não sabe do que se trata. Isso pode levar a reações violentas.

Fique de cabeça baixa

Procure evitar contato visual com os criminosos. Olhar em seus olhos pode deixá-los irritados e ainda mais tensos.

Se conseguir, tente observar características marcantes que possam ajudar a identificar os bandidos posteriormente.

Nunca grite por socorro

Na hora do desespero, sua reação instintiva pode ser pedir por ajuda, mas a ação só vai deixar o assaltante mais nervoso, além de ser muito difícil que alguém escute seu pedido.

Conte com a ajuda da tecnologia

Se você já possui um sistema de segurança em casa, a dica é acionar o alarme antes dos bandidos entrarem ou notarem sua presença no imóvel. Depois que eles perceberem que há pessoas na casa, qualquer ação pode ser perigosa. O mesmo vale para botões de pânico: só utilize se estiver longe dos assaltantes ou depois que eles deixarem sua residência.

Outra ferramenta interessante é a função coação, que funciona especialmente bem em condomínios. Trata-se de uma senha alternativa usada para avisar, de maneira discreta, à central ou ao porteiro que você está em perigo ou que há um assaltante forçando sua entrada enquanto finge ser seu acompanhante.

O recurso aumenta a sensação de segurança de moradores, como a advogada Francine Martins, que está de mudança para um prédio, em São Paulo (SP), que conta com esse sistema. “Eu adorei a ideia de morar em um condomínio com essa função. Agora que estou sem carro, uso bastante Uber e táxi, e o porteiro não sabe se alguém me pegou no meio do caminho ou se está tentando entrar comigo, a não ser que eu mostre para ele o que está acontecendo. E é isso que a senha da coação faz”, afirma.

Para ela, é importante contar com ferramentas que a deixem tranquila. “Chegar em casa sozinha, em uma região que não tem comércio e é mais vazia no período da noite, pode ser arriscado. Por isso, saber que posso avisar ao porteiro se estiver em uma situação de perigo me deixa mais aliviada. Agora que conheço esse recurso, vai virar critério para escolher onde morar. ”

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